A triste constatação de uma suspeita silenciada
Como lidar com os absurdos que a "ciência" produziu durante a COVID
A pandemia de COVID-19, causada pelo agora famoso vírus SARS-CoV2, vitimou, segundo as últimas atualizações, 6.919.573 pessoas no mundo inteiro. O número de pacientes infectados chegou a 695.781.740, sendo que 627.110.498 se “recuperaram”. A despeito do sofrimento imenso dos quase 7 milhões de famílias que perderam seus entes queridos, muitos sem nem ao menos poderem se despedir, devido ao isolamento vigente à época, a situação entre os “recuperados” também preocupa, e muito.
Este que vos escreve e outros médicos atentos e realmente comprometidos com o ser humano, como Roberto Zeballos, Francisco Cardoso, Flávio Cadegiani, Ricardo Zimmerman e outros inúmeros anônimos espalhados pelos rincões do Brasil e do mundo, alertaram por todos os meios que se prontificaram a ouvir e reproduzir que deveríamos nos preocupar não apenas com os que morriam, mas principalmente com os que iriam sobreviver.




