Alcolumbre e Messias jantaram antes de sabatina
Entenda os bastidores do jantar secreto que tentou "descongelar" a sabatina de Jorge Messias
Em um movimento estratégico para pavimentar o caminho rumo ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro da AGU, Jorge Messias, e o presidente da CCJ, Davi Alcolumbre (União-AP), sentaram-se à mesa para um jantar reservado em Brasília. O encontro, que antecede a sabatina oficial, teve como objetivo principal quebrar o gelo institucional e alinhar expectativas entre o indicado do Planalto e o “porteiro” das indicações no Senado.
O que estava em jogo
A relação entre Alcolumbre e o governo vinha sendo marcada por uma frieza estratégica. O senador, conhecido por sua habilidade em segurar calendários como moeda de troca política, resistia a formalizar o rito de recepção de Messias. O jantar serviu como uma espécie de “pré-sabatina” em ambiente controlado.
Os convidados de peso
A mesa não era apenas para dois. Para dar peso institucional e garantir o tom de conciliação, o encontro contou com a presença de:
Rodrigo Pacheco, presidente do Senado;
Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, ministros do STF, atuando como fiadores do diálogo.
O saldo da noite
Fontes ligadas ao Senado indicam que o clima foi de cordialidade, mas sem promessas de “cheque em branco”. Alcolumbre manteve sua postura de cautela, sinalizando que o rito na CCJ seguirá o protocolo rigoroso, enquanto Messias buscou reforçar seu perfil técnico e conciliador para dissipar resistências da oposição.
O ruído
Nem tudo foram flores. O vazamento dos detalhes do encontro para a imprensa teria irritado Alcolumbre, que prefere a discrição total em suas articulações. Para o governo, no entanto, o jantar foi visto como uma vitória tática: a garantia de que o diálogo, enfim, foi destravado.




Boa tarde!
O atual presidente da CCJ no Senado Federal é o senador Otto Alencar. E o senador Davi Alcolumbre é o Presidente do Senado.
Pelo que eu saiba, Rodrigo Pacheco não lidera nenhuma comissão.