Casa Branca: Atirador era da Califórnia
Atirador é detido após disparos durante jantar de correspondentes em Washington; presidente é evacuado sem ferimentos
WASHINGTON, 25 de abril de 2026 — Um homem armado foi detido após abrir fogo na entrada do hotel Washington Hilton na noite de sábado (25), durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, evento que reunia o presidente Donald Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente J.D. Vance e centenas de convidados, segundo autoridades.
O Serviço Secreto informou que o suspeito foi rapidamente contido após disparar próximo ao ponto de triagem de segurança do salão de baile. Um agente foi atingido no colete à prova de balas e não sofreu ferimentos graves.
De acordo com relatos iniciais de autoridades e da imprensa local, o homem — identificado como Cole Thomas Allen, de 31 anos, da Califórnia — avançou pela área de segurança armado com uma espingarda e possivelmente uma pistola. Ele teria montado a arma em uma área fora do alcance imediato de vigilância antes de se dirigir ao ponto de entrada.
Agentes do Serviço Secreto e equipes de resposta imediata reagiram em segundos, imobilizando o suspeito no interior do hotel. Ele foi colocado sob custódia e encaminhado para interrogatório. O FBI e o Serviço Secreto abriram investigação para determinar a motivação e eventuais falhas no protocolo de segurança.
Dentro do salão principal, convidados relataram momentos de pânico ao ouvir os disparos. Muitos se abrigaram sob mesas enquanto agentes evacuavam rapidamente o presidente e outras autoridades. Trump foi retirado do local sem ferimentos.
Minutos após o incidente, o presidente publicou mensagem em rede social elogiando a atuação das forças de segurança e afirmando que seguiria as recomendações das autoridades sobre a continuidade do evento.
O jantar foi suspenso e deverá ser remarcado, segundo organizadores. O evento anual reúne jornalistas, autoridades e celebridades e é conhecido por discursos e momentos de sátira política.
O episódio ocorreu no mesmo hotel onde, em 1981, o então presidente Ronald Reagan foi alvo de um atentado do lado de fora do edifício.
O Serviço Secreto afirmou em nota que “o presidente, a primeira-dama e todos os protegidos estão em segurança” e confirmou que uma pessoa permanece sob custódia. Não há, até o momento, indícios de ameaça adicional.
As investigações continuam, com autoridades analisando como o suspeito conseguiu se aproximar da área de triagem e se houve apoio de terceiros.




