Do cárcere ao mundo: como o PCC se tornou a maior potência da cocaína do mundo
Matéria do jornal americano Wall Street Journal
Por décadas, o Brasil conviveu com uma ilusão confortável: a de que o crime organizado era um problema doméstico, restrito às periferias, às cadeias superlotadas e às manchetes locais. Essa ilusão acaba de ruir de forma definitiva.
Reportagem recente do The Wall Street Journal expõe o que autoridades brasileiras já sabiam — e o mundo ignorava: o Primeiro Comando da Capital não é mais uma facção. É uma engrenagem global.
Fundado dentro de presídios paulistas nos anos 1990, o grupo hoje opera em quase 30 países, com cerca de 40 mil membros entre presos e agentes nas ruas, redes internacionais de logística e influência crescente nas principais rotas de cocaína do planeta.




